Aqeduto: os alunos, as escolas e o país em debate
14 Dezembro 2015 - 12:47, in Notícias, No comments

A FFMS e o Conselho Nacional de Educação estão a organizar vários fóruns para discutir os “resultados dos alunos portugueses nos testes PISA”. O primeiro decorre a 14 de dezembro, em Lisboa.

Depois do “Mês da Educação”, o ensino volta a estar na ribalta com a Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS). Em parceria com o Conselho Nacional de Educação, a fundação promove agora o projetoAqeduto: avaliação, qualidade e equidade em educação. O objetivo é explicar, com “uma linguagem acessível”, a “variação dos resultados dos alunos portugueses nos testes PISA”.

Em comunicado, a FFMS explica também que não pretende “desvalorizar o rigor científico na análise das relações estudadas” e, por isso, o projeto Aqeduto assentará em três “eixos fundamentais”:

  • Alunos: “alterações na condição social, económica, cultural, comportamental e motivacional dos alunos e das famílias”;
  • Escolas: “mudanças na organização escolar”;
  • País: “variações nas condições económicas a nível macro”.

O projeto estender-se-á até outubro do próximo ano e contará com11 fóruns organizados mensalmente. O primeiro acontece já no próximo dia 14 de dezembro, entre as 18h e as 19h30, no auditório do Conselho Nacional de Educação em Lisboa. Nele será feita a apresentação do projeto Aqeduto, com presença confirmada do presidente do Conselho Nacional de Educação, David Justino, e do diretor científico da FFMS, Pedro Magalhães.

Em cada fórum o debate irá girar em torno de uma questão diferente. Esta primeira iniciativa, que “visa debater a evolução dos resultados PISA e aspetos de desenvolvimento do país, tais como a economia e o índice de desenvolvimento humano”, tentará responder à pergunta “Educação e Economia: quem vai à frente?.

Será sempre tido em conta “o público em geral, nomeadamente os pais”. Ou seja, pretende-se concluir “o que pode a sociedade civil aprender através dos resultados destes testes internacionais”. A entrada é livre neste primeiro fórum, mediante inscrição prévia nesta página.

Fonte: Observador.pt

Sobre o autor:

Não pode comentar